{"id":1042,"date":"2020-01-15T19:22:21","date_gmt":"2020-01-15T19:22:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.unimedriopreto.com.br\/blog\/?p=1042"},"modified":"2020-09-14T19:28:51","modified_gmt":"2020-09-14T19:28:51","slug":"transtornos-de-saude-mental-em-criancas-e-adolescentes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.unimedriopreto.com.br\/blog\/transtornos-de-saude-mental-em-criancas-e-adolescentes\/","title":{"rendered":"Transtornos de sa\u00fade mental em crian\u00e7as e adolescentes"},"content":{"rendered":"\n<p>De acordo com dados recentes, at\u00e9 20% dos adolescentes em todo o mundo sofrem de transtornos mentais. Entre os problemas mais comuns est\u00e3o automutila\u00e7\u00e3o, suic\u00eddio e depress\u00e3o. O suic\u00eddio \u00e9 a segunda principal causa de morte entre as pessoas de 15 a 19 anos de idade. Cerca de 15% dos adolescentes em pa\u00edses de baixa e m\u00e9dia rendas consideraram cometer suic\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<p>[rock-convert-cta id=&#8221;1545&#8243;]<\/p>\n\n\n\n<p>Esses\ntranstornos t\u00eam um custo pessoal, mas tamb\u00e9m social e econ\u00f4mico. Apesar disso,\nt\u00eam sido negligenciados nos programas de sa\u00fade globais e nacionais. Segundo o\ndiretor-geral da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade &#8211; OMS, Tedros Ghebreyesus,\n\u201cpoucas crian\u00e7as com problemas de sa\u00fade mental t\u00eam acesso aos servi\u00e7os de que\nprecisam, e isso deve mudar\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>O principal contexto de desenvolvimento das\ncrian\u00e7as \u00e9 o ambiente familiar. Desta forma, quando este for comprometido por\nneglig\u00eancias, viol\u00eancia e desorganiza\u00e7\u00e3o, est\u00e1 diretamente relacionado a\nmaiores \u00edndices de transtornos mentais e comportamentais de toda fam\u00edlia.<\/p>\n\n\n\n<p>Atitudes dos pais\/respons\u00e1veis que podem\nproporcionar seguran\u00e7a e prote\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade mental de crian\u00e7as e adolescentes:\ngarantir tempo de qualidade para conv\u00edvio familiar, estimular o di\u00e1logo e a\nintera\u00e7\u00e3o social, participar efetivamente das atividades realizadas pelos\nfilhos, construir regras quanto ao tempo de exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 eletroeletr\u00f4nicos,\nevitar o sedentarismo, cuidar sono e da alimenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>O\nprocesso de autoconhecimento nesta faixa et\u00e1ria tamb\u00e9m causa muitas d\u00favidas. E\nexiste uma grande import\u00e2ncia em se conectar com pessoas que lembram quem voc\u00ea\n\u00e9. Isso gera pertencimento, o sentimento de que voc\u00ea n\u00e3o est\u00e1 sozinho do mundo,\nnuma palavra s\u00f3: representatividade. <\/p>\n\n\n\n<p>E\nessa \u00e9 uma das melhores coisas que a internet proporciona. Quanta gente no\npassado n\u00e3o se via representada e, hoje, ao contr\u00e1rio, tem algu\u00e9m que as\nrepresenta e fala por elas? Isso vem acontecendo com bastante frequ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa Juventudes e Conex\u00f5es, realizada pela Funda\u00e7\u00e3o Telef\u00f4nica Vivo,&nbsp;com a colabora\u00e7\u00e3o do&nbsp;IBOPE Intelig\u00eancia&nbsp;e da&nbsp;Rede Conhecimento Social, revelou que 30% dos jovens (entre 15 e 29 anos, das cinco regi\u00f5es do pa\u00eds) disseram ter melhorado a rela\u00e7\u00e3o consigo e a compreens\u00e3o de si via conte\u00fados encontrados na internet.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro\ndado positivo da pesquisa \u00e9 a possibilidade de jovens acessarem conte\u00fados que\nrompem pensamentos preconceituosos. J\u00e1 ouviu a express\u00e3o \u2018nenhuma crian\u00e7a nasce\npreconceituosa\u2019? Pois \u00e9, muita coisa ruim se aprende com os mais velhos e a\nreprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 continuada enquanto n\u00e3o se encontra pessoas para dizer que aquilo\n\u00e9 errado.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas\nnem tudo s\u00e3o flores na internet. Um ponto negativo relatado pelos jovens sobre\na influ\u00eancia da internet nas suas vidas \u00e9 a reprodu\u00e7\u00e3o de comportamentos\nconsiderados perigosos, notadamente entre os mais novos, como uma simples\n\u201czoeira\u201d ou casos de bullying.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso\nleva para outro ponto negativo:&nbsp;54% dos jovens n\u00e3o se sentem seguros nas\nredes para ser quem s\u00e3o, ou dizer o que pensam. Das duas uma: ou essa opini\u00e3o\nser\u00e1 bem recebida, ou ela ser\u00e1 combatida. O apaziguamento dessa tens\u00e3o tem\nnome: a tal da \u201cbolha\u201d, onde jovens e seus amigos\/seguidores pensam\npraticamente iguais.<\/p>\n\n\n\n<p>Os\npontos negativos da pesquisa Juventudes e Conex\u00f5es podem parecer tristes, mas\nreside neles a maior pot\u00eancia do estudo: os jovens n\u00e3o s\u00e3o indiferentes a eles.\nAo demonstr\u00e1-los, talvez, estejam mais dispostos a conversar sobre eles e\nestabelecer formas que permitam seu enfrentamento. Entre eles mesmos, em casa\ncom os pais, na escola com os professores, e onde quer que estejam.<\/p>\n\n\n\n<p>Se\nvoc\u00ea tem um jovem em casa, ou no seu conv\u00edvio, procure dialogar. A cabe\u00e7a dele\nest\u00e1 passando por uma grande transforma\u00e7\u00e3o, assim como o seu corpo. E se voc\u00ea \u00e9\num desses jovens, procure esse espa\u00e7o para o di\u00e1logo: primeiramente com seus\npais ou respons\u00e1veis e, tamb\u00e9m, com um profissional da \u00e1rea de psicologia.\nConversar pode fazer toda a diferen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: Portal Na\u00e7\u00f5es Unidas \u2013 Brasil; Revista Brasileira de Enfermagem, 70(6), 1318-1329.<\/p>\n\n\n<div id=\"newsletter-f4cea89252eded769830\" role=\"main\">\u00a0<\/div>\n<p><script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/d335luupugsy2.cloudfront.net\/js\/rdstation-forms\/stable\/rdstation-forms.min.js\"><\/script>\u00a0<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De acordo com dados recentes, at\u00e9 20% dos adolescentes em todo o mundo sofrem de transtornos mentais. Entre os problemas mais comuns est\u00e3o automutila\u00e7\u00e3o, suic\u00eddio e depress\u00e3o. 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