riscos ergonômicos

Saiba quais são os riscos ergonômicos e como evitá-los nas empresas

A ergonomia tornou-se um tema muito presente nas empresas. Postura, saúde e produtividade constituem o tripé dessa importância ergonômica. Cada vez mais, os gestores e empresários se preocupam com esse tema, mas esbarram em uma dificuldade comum: como adaptar o ambiente empresarial?

Existem muitos outros questionamentos que fazem parte dessa discussão e revelam o quanto os riscos ergonômicos são pontos importantes no local de trabalho. Pensando nisso, preparamos um material completo com todas as informações sobre como evitar os erros mais comuns. Confira logo abaixo!

O que são os riscos ergonômicos?

É provável que você já tenha ouvido falar sobre esse assunto, mas ainda tenha algumas dúvidas conceituais e práticas. Pois bem, os riscos ergonômicos nada mais são do que todos os fatores que podem interferir nas características psicofisiológicas do trabalhador. De forma simples, são todos os riscos que podem gerar desconforto ou afetar a saúde, por exemplo, levantamento de peso, esforços de repetição, entre outros.

Adequar a empresa ergonomicamente demonstra uma preocupação vital com o bem-estar e a saúde dos seus colaboradores. Afinal, um ambiente compatível com as condições físicas de cada um possibilita realizar um trabalho mais eficiente e ágil.

Outro ponto de suma importância para compreender os riscos ergonômicos é a ascensão do computador como uma ferramenta de trabalho indispensável para as empresas do século XXI. Com isso, o tempo que os funcionários passaram a ficar em uma mesma posição e com tarefas repetitivas (como digitar) aumentaram os quadros de lesões e estresse.

Agora que você já compreendeu um pouco mais sobre o que são os riscos ergonômicos e qual a importância desse tema na atualidade, vamos listar alguns problemas que podem surgir no ambiente corporativo. Continue a leitura!

Postura incorreta

A postura é um ponto fundamental para garantir uma redução dos riscos ergonômicos. Problemas de coluna são doenças crônicas e que atingem milhares de brasileiros. Essa é exatamente uma das consequências de uma postura incorreta no ambiente de trabalho. Tudo começa com o assento em que o colaborador fica a maior parte do seu tempo.

É preciso que haja uma cadeira confortável e com opções de regulagem, já que existem funcionários com as mais diversas características corporais. Adaptação é a palavra-chave para conseguir encontrar a posição mais correta no trabalho. Além disso, é fundamental que exista um comprometimento do colaborador também.

Isso inclui estar sempre vigilante quanto à sua postura, procurando sempre a posição mais ergonomicamente correta. Não adianta investir em treinamentos, bons materiais para escritório se a peça fundamental de todo o processo não cooperar.

Repetitividade

Atividades muito repetitivas podem ser um ponto de desenvolvimento de riscos ergonômicos. Isso decorre do fato de que os movimentos feitos de forma recorrente podem gerar fadiga, problemas psicológicos e lesões articulares. Como exemplo, podemos citar a tendinite, lombalgias, ansiedade, bursites, dores crônicas na coluna, etc.

Adotar períodos de pausas regulares é uma forma interessante de prevenir e melhorar a adaptação ao ambiente laboral. Outra dica muito válida é intercalar com uma outra atividade que não seja do tipo repetitiva, por exemplo. Isso ajuda o trabalhador a quebrar a monotonia e consiga produzir mais e melhor.

A ginástica laboral também é outra iniciativa a ser implantada na estratégia de reduzir os riscos ergonômicos relacionados a tarefas de repetição. Exercícios de 10-20 minutos ajudam a interromper a repetitividade, com uma melhor postura, redução de inflamações e traumas. Lembre sempre de orientar seus colaboradores que a ginástica não precisa ficar restrita somente ao ambiente de trabalho.

Ritmo de trabalho excessivo

Trabalhar cada vez mais e em jornadas exaustivas pode gerar problemas físicos e, principalmente, mentais. O descanso é um ponto vital para uma boa produtividade e agilidade para as mais diversas tarefas do dia a dia. Fica fácil compreender que um ritmo excessivo pode promover maiores riscos ergonômicos.

Pense em um trabalhador que ficou 12 horas sentado em uma cadeira de escritório. É provável que ele esteja cansado no fim do expediente e a sua postura tenha sido passada para uma posição mais fletida e incorreta. É normal que com o cansaço as pessoas passem a negligenciar ainda mais a sua posição.

Equilíbrio é a resposta para conseguir extrair o máximo possível da capacidade produtiva, mas sem comprometer a saúde. É preciso que haja limitações.

Por que se preocupar com esses riscos no ambiente empresarial?

Essa é uma dúvida muito comum e revela o quanto é preciso que haja um alinhamento sobre os objetivos pessoais dos trabalhadores e as expectativas dos empregadores. Dar o seu melhor e contribuir para o crescimento e consolidação do negócio são pontos que todo gestor almeja desenvolver em seus funcionários.

Além de plano de benefícios, salários atrativos e boas oportunidades de crescimento interno, há o fato de que o ambiente de trabalho conta muito para o engajamento profissional. Ou seja, ao ter a ergonomia como um norte no seu negócio, os empresários conseguem demonstrar o seu apreço e dedicação em prol dos colaboradores, gerando um efeito cascata de reciprocidade e atuações profissionais cada vez melhores.

Quais as consequências em não melhorar a ergonomia?

Ao longo do artigo, foi possível entender como a ergonomia é um ponto importante para a produtividade e saúde do trabalhador. Então, ir na contramão de tudo isso só tende a gerar prejuízos a você aos seus colaboradores. Exemplos que ilustram isso são os afastamentos temporários, licenças devido a doenças laborais, queda de produtividade e na pior das hipóteses a demissão.

Um colaborador que não consegue perceber a sua importância na estratégia organizacional do negócio e sente que seus direitos não são respeitados tende a se desligar da empresa. Os processos trabalhistas também são outros fatores que revelam o quanto os riscos ergonômicos merecem atenção. Sem uma política de atenção a essa causa o empreendimento só tende a perder nas mais diversas esferas administrativas. Pense nisso!

Os riscos ergonômicos são fatores muito importantes para um política de inclusão, respeito e bem-estar aos colaboradores. As empresas precisam adaptar seus ambientes de trabalho para que eles sejam cada vez mais eficientes e em conformidade com as melhores práticas de saúde.

Conseguiu aprender um pouco mais sobre os riscos ergonômicos e como eles impactam funcionários e empresários? Este assunto está muito em voga nos últimos anos e você deve estar pronto para incorporar as melhores práticas no seu negócio. Curta nossa página no Facebook para acompanhar as últimas novidades do blog!

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